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Governo Federal busca recuperar grau de investimento perdido no passado

14 de agosto de 2017

Presidente Michel Temer disse “ousar” para recolocar a economia no caminho certo

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Depois de um período de incertezas, a economia brasileira voltou a crescer. O que comprova isso é uma pesquisa divulgada pelo IBGE, que aponta que o Produto Interno Bruto (PIB) registrou alta de 1% no primeiro trimestre, na comparação com os últimos três meses do ano passado. Foi o primeiro resultado positivo desde 2014. Bom para a economia, bom para o país.

 

E é isso o que o Michel Temer tem tentado fazer. Ou pelo menos tem mostrado. Em discurso nesta sexta-feira (11) em uma inauguração de uma usina de etanol no Mato Grosso, o presidente afirmou que está sendo “ousado” para recolocar a economia no caminho certo e garantiu que “logo, logo o Brasil vai recuperar o grau de investimento perdido no passado”.

 

Quando foi elevado ao posto máximo da República, em Maio de 2016 – primeiro como presidente interino e a partir de 31 agosto como presidente – Temer tinha muito trabalho para que o Brasil retomasse as rédeas do desenvolvimento. A inflação batia a casa dos 9,32%. O PIB tinha índice negativo de -0,64%. Os juros chegavam ao patamar de 14,25%. Depois de 15 meses no poder, as mudanças começaram a aparecer. A inflação recuou para 2,71%, o PIB aponta com 1% positivo e a taxa Selic atinge os 9,25%.

 

“No Brasil, temos que eliminar uma cultura política que se instalou nos últimos tempos, incompatível com o espírito brasileiro, uma animosidade, uma litigância, uma litigiosidade entre os brasileiros que não se encontrava no passado. A nossa tarefa com o crescimento do país é fazer com que não haja brasileiro contra brasileiro, mas brasileiro com brasileiro, é isso que queremos: uma harmonia absoluta no nosso país”, afirmou Temer.

 

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Uberlândia entende que os resultados mostram a oportunidade de recolocar o país nos trilhos. A economia brasileira vinha se deteriorando ao longo dos anos por conta de uma grande influência política e partidária. O empresariado não pode sofrer consequências de uma administração pública de má qualidade.

 

A classe empresarial é a que realmente gera empregos e fomenta o setor econômico do país. E a economia precisa andar paralelamente à política, e não de forma conjunta e sofrendo todas as consequências disso. O Brasil é um país abrangente em riquezas e precisa voltar a crescer de forma acelerada e contínua.

 

E todo o esforço para que isso aconteça é válido e importante.

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